A resistência à insulina é um dos distúrbios metabólicos mais comuns da atualidade, muitas vezes instalada muito antes de surgir o diabetes. Ela ocorre quando o corpo apresenta dificuldade em utilizar a insulina de forma eficaz, fazendo com que o pâncreas produza cada vez mais do hormônio para manter a glicose controlada. Quando não tratada, essa condição evolui para pré-diabetes, diabetes tipo 2 e aumenta o risco cardiovascular.
Entre os sintomas mais frequentes estão ganho de peso, especialmente abdominal, cansaço excessivo, dificuldade para emagrecer, aumento da fome e alterações de pele como acantose nigricans. No entanto, muitas pessoas não apresentam sinais evidentes, o que torna o diagnóstico médico essencial.
A boa notícia é que, com acompanhamento adequado, é possível reverter o quadro. Mudanças alimentares, prática regular de atividade física e, em alguns casos, uso de medicamentos auxiliam no controle da resistência à insulina. O acompanhamento com endocrinologista garante um plano personalizado, baseado em exames, estilo de vida e necessidades individuais.
